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PLANOS TEM NOVOS PROCEDIMENTOS A PARTIR DO DIA 1º DE JANEIRO

Planos de saúde ficarão mais caros com novas obrigações para clientes A nova lista de procedimentos obrigatórios da ANS entrou em vigor no dia 1º de janeiro. Manaus - Os planos de saúde ficarão mais caros em 2015, devido aos novos procedimentos e medicamentos incluídos no rol de obrigatoriedades, editado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) este ano. A estimativa é do presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, Flávio Wanderlei. De acordo com o representante, as grandes empresas, de abrangência nacional, deverão ser menos impactadas, devido à diluição dos valores por um grupo maior de clientes. “É claro que novos procedimentos implicam em aumento de custo. E não existe almoço grátis. Isso vai ser incluído nas planilhas e, sem dúvida, será repassado. Mas ainda é cedo para dizer um percentual. Com um ano de vigência, saberemos qual será o impacto”, disse. A Unimed Manaus informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que estima que o impacto nas despesas assistenciais decorrente do novo rol, será de 3,1%, sendo 1,4% referente aos novos procedimentos e 1,7% exclusivamente em razão dos medicamentos orais. A nova lista de procedimentos obrigatórios da ANS entrou em vigor no dia 1º de janeiro deste ano. Entre as mudanças, estão a inclusão de 50 novos exames, consultas e cirurgias, 37 medicamentos orais para tratamento domiciliar de câncer, além de coberturas específicas para 29 doenças genéticas. De acordo com Flávio Wanderlei, as empresas de saúde suplementar participaram ativamente das discussões que resultaram nas mudanças, em conjunto com clientes e gestores de saúde e que, por isso, já estavam preparadas para a mudança. Medicamentos A principal mudança da cobertura diz respeito à oferta de medicamentos orais para o tratamento domiciliar de câncer, o que não era contemplado pelas regras antigas, segundo explicou o médico e Diretor técnico da Funcional, empresa especializada em gestão de saúde e de programas de benefício medicação, Gustavo Guimarães. “A legislação já entendia que as operadoras eram responsáveis pelo medicamento ministrado em casa,no caso de internação domiciliar, e pelos remédios ministrados por veia, os parenterais. Mas os remédios orais ficavam de fora e isso acabava regendo a decisão do médico, que as vezes optava pelo medicamento parenteral, mesmo tendo um melhor por via oral, por questões econômicas”. De acordo com o médico, o tratamento oral é mais eficaz em alguns casos, como o de câncer de rim e de cérebro. Com as novas regras, os planos de saúde ficam obrigados a custear os medicamentos para o tratamento de tumores como os de estômago, fígado, intestino, rim, testículo, mama, útero e ovário.




03/02/2014


 
 
 
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