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ORTOCLIN - REPORTAGEM QUE FOI VINCULADA NA REVISTA NEGÓCIOS PE

Cuidando do sorriso do Pernambucano Completando 18 anos, o Plano de Saúde Ortoclin lidera o ranking das operadoras exclusivamente odontológicas no Estado. Por Leonardo Guerreiro, especial para o Guia Saúde / Fotos Bosco Lacerda A Ortoclin, que atua no ramo de planos de saúde no segmento de planos exclusivamente odontológicos, comemora sua maturidade com uma marca expressiva: 80 mil usuários credenciados. A empresa foi fundada por Joaquim Neves, que é um cirurgião-dentista cearense (nascido no Crato) radicado em Pernambuco desde os 14 anos idade. A Ortoclin atua no ramo de planos de saúde no segmento de planos exclusivamente odontológicos, uma atividade regulada pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Assim, funciona nos mesmos moldes de um plano de saúde convencional. Possui equipe de vendas terceirizada e tem uma rede credenciada, também 100% terceirizada, e de laboratórios de imagem. Dentre os credenciados, alguns funcionam em regime de urgência, ou seja, 24 horas por dia, sete dias por semana. A empresa foi fundada por Joaquim Neves, que é um cirurgião-dentista cearense (nascido no Crato) radicado em Pernambuco desde os 14 anos idade. Ele hoje ocupa a presidência da empresa e há exatos quatro anos seu filho, Breno Neves, também cirurgião-dentista, 28 anos, assumiu a diretoria- executiva com a missão de administrar a carteira de planos individuais, na época com 3 mil vidas (usuários). “A Ortoclin tem crescido muito após a entrada de Breno e hoje tenho certeza de que não há operadora de plano odontológico com uma estrutura administrativa como a nossa”, conta o advogado formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Ricardo Lustosa, que acumula as diretorias Jurídica e de Relações Institucionais. O início da empresa traz em si muito da intuição do seu fundador. Logo que se formou pela UFPE, Joaquim Neves fazia atendimentos em cidades da Região Metropolitana e da Zona da Mata do Estado. a época, ele pensou numa forma de socializar o atendimento odontológico e então montou a clínica e começou a vender um plano. Ele mesmo se dividia, no início, entre o consultório e as vendas. “Ele via muita gente carente, com problemas, sem condições de se tratar, e daí veio a ideia. A empresa foi crescendo e logo conseguiu alguns bons contratos em licitações. Em 2003, quando eu cheguei, já havia 8 mil vidas”, recorda Lustosa. A opção foi focar na atividade-fim, que é a comercialização e a administração dos contratos. Por isso não dispõe de rede própria. Em 2015 a empresa está atingindo a maioridade. É o 18° ano de vida da Ortoclin, fundada em 1997, com uma longa história de muito esforço, trabalho e dedicação, e, como o próprio Lustosa faz questão de frisar, “com ótimos resultados”. Esse crescimento levou a empresa à liderança do mercado pernambucano, chegando à marca de 80 mil vidas. “Considerando apenas operadoras exclusivamente odontológicas, somos o primeiro colocado em Pernambuco, com 35% de participação, e no ranking do Nordeste estamos muito bem situados”, diz. Um diferencial desse mercado é o fato de que há operadoras de saúde que também oferecem o plano odontológico de forma agregada. “Mas elas não conseguem manter o nível de qualidade no atendimento que nós temos justamente porque a expertise deles é na administração de planos de saúde. Toda a nossa atenção é para um serviço de excelente qualidade na Odontologia, enquanto eles têm outro foco”, afirma. É preciso lembrar que não é raro, principalmente em Pernambuco, acontecerem casos de intervenções da ANS ou de falência de planos de saúde. “Isso não acontece conosco porque não temos UTI. Então a nossa sinistralidade é mais fácil de administrar, enquanto a deles foge completamente do controle. No caso da Odontologia, a média de sinistralidade é de 45%, enquanto a média de sinistralidade deles é da ordem de 82% e só tende a aumentar”, revela. “Recentemente, o ex-diretor da ANS, Maurício Ceschin, juntamente com o médico Dráuzio Varela, lançou um livro intitulado A saúde dos planos de saúde, em que analisam a situação e chegam à conclusão de que é um mercado no qual 'todos estão contra todos’. A operadora recebe uma intervenção e o usuário fica, de uma hora para outra, desassistido. Essa é uma situação que não acontece nas operadoras odontológicas”, garante o diretor. Sobre a composição societária, Lustosa detalha: “Aqui na empresa temos dois sócios com formação em Odontologia, sendo que ambos atuam na administração e também fazem atendimentos”, conta. Lustosa é o terceiro elemento na Ortoclin, mas uma peça vital na gestão corporativa. “A empresa tem 18 anos e em dois terços desse período eu estive aqui dentro. Sou advogado e cuido da parte jurídica e também sou diretor de Relações Institucionais, representando a empresa junto à imprensa, aos órgãos estaduais, eventos, etc.”, explica. Sobre a gama de serviços oferecida, o executivo salienta que há um número mínimo de procedimentos estipulado pela ANS, que exclui ortodontia, próteses e implantes. Problemas de gengiva, exodontia (extração) e endodontia estão compreendidos na cobertura, o que não impede as empresas de lançarem produtos que contemplem coberturas extras. A Ortoclin tem um produto, por exemplo, que contempla a ortodontia. Para desmistificar alguns artifícios utilizados por concorrentes do setor, Lustosa diz que ninguém oferece um aparelho ortodôntico “de forma gratuita”. “Alguém paga por isso e esse alguém é o cliente. Na verdade, o custo é diluído nas taxas de manutenção”, esclarece. “Na nossa rede de credenciados, nossos ortodontistas são todos especializados. Existe uma diferença entre o título de especialização e o de aperfeiçoamento. A especialização é um curso que dura em média dois anos e pode custar até R$ 60 mil, sendo reconhecido pelo CRO. O aperfeiçoamento é um curso mais curto”. Sobre os compromissos da empresa, Lustosa é bem afirmativo: “Temos 18 anos no mercado e nosso maior patrimônio é a nossa imagem. Precisamos dessa credibilidade. O plano de saúde é uma poupança que o consumidor faz. É como se ele dissesse todo mês: 'Vai guardando o meu dinheiro porque um dia, se eu precisar, você paga a minha conta’. A gente precisa ter muito zelo com essa imagem, ter um relacionamento sério com os nossos credenciados, que precisam acreditar no produto, e com os corretores, que também precisam acreditar para que possam vendê-lo. Temos três públicos: o consumidor, o corretor e o dentista, que compõem essa cadeia. Precisamos da credibilidade de todos eles”, lembra. Lustosa conta que a ANS divulga mensalmente, em seu site oficial, um ranking das operadoras. Acessível a qualquer pessoa, o site possibilita a geração de gráficos com índices do setor e por empresa, considerando o índice de reclamações. “Ora, se no meu gráfico a linha está próxima do zero, posso deduzir que o índice de satisfação dos nossos clientes é altíssimo, bem acima da média”, declara, orgulhoso. Quanto aos planos de expansão, Lustosa revela que a Ortoclin montou um escritório regional em Petrolina e está partindo para algumas cidades da Bahia, com odontólogos já credenciados em Juazeiro e Casa Nova. “Mas ainda há muito que crescer. No Brasil, os planos de saúde já têm em torno de 50 milhões de clientes, ou seja, 25% da população, enquanto os odontológicos têm 20 milhões, 10% da população”, informa. Para explicar tal hiato entre os dois tipos de plano, o executivo desenvolve o seguinte raciocínio: “Os planos de saúde são mais antigos e conhecidos de fato. Estamos fazendo todo um trabalho de divulgação nos últimos anos, porém, no caso dos planos de saúde, sabemos que as famílias dificilmente terão dinheiro para arcar com as despesas em caso de uma necessidade urgente, ao passo que, no odontológico, é possível resolver o problema com custos mais baixos, às vezes apelando para uma solução radical (e contra-indicada), como a extração”. Evidentemente, trata-se de pessoas menos esclarecidas. “Já presenciei uma junta de dentistas reunida para convencer um paciente a não extrair os dentes, pois eles poderiam ser recuperados com tratamento de canal, conta Lustosa”. Ele conta que a falta de esclarecimento da população e a consequente ausência de cuidado na higiene bucal renderam ao Brasil o triste título de “País dos Desdentados”. Em paralelo, estudos conduzidos pelos Conselhos Regionais de Odontologia (CROs) chegaram à conclusão de que há 1,5 bilhão de cáries a serem tratadas no País. A responsabilidade social também não foi esquecida pela Ortoclin. “O Plano Ortoclin, sabendo que o problema da saúde bucal tem uma raiz cultural, montou um projeto social, o Por um Sorriso, pelo qual duas unidades móveis com consultórios odontológicos itinerantes fazem visitas programadas. Há recreação, contação de histórias, um artista ou jogador de futebol convidado, palestras e realização de limpeza bucal (profilaxia) nas crianças carentes, ou seja, todo um trabalho preventivo”, esclarece o diretor. “Esse projeto já existe há quase um ano. É a forma como a empresa contribui para a melhoria da saúde bucal dos brasileiros”. As equipes são formadas por voluntários e os materiais utilizados são doados por fabricantes. Um dos grandes atrativos de um plano odontológico atualmente, sobretudo nos empresariais, é o baixo custo para o funcionário da empresa, que gira em torno de R$ 17, variando de acordo com o número de funcionários. São duas modalidades de planos: os coletivos por adesão (quando é preciso convencer cada colaborador e há o desconto na folha de pagamento) e o compulsório, quando a empresa assume totalmente os custos para seus funcionários. Aqui no Nordeste é raro acontecer um contrato compulsório. Nos planos individuais, disponíveis também para funcionários de empresas, o custo é de R$ 34 (com descontos em folha) e reajustes anuais. O planejamento estratégico da Ortoclin enxerga o ano de 2015 com uma certa reserva. “Chegamos a estimar um crescimento para 100 mil vidas, acrescendo 20 mil ao número atual, mas vamos trabalhar com toda a cautela, embora não tenhamos feito revisão nos planos. Não tivemos cancelamentos, ou seja, perda de contratos. Mas a `marolinha´ lá de trás pode ter sido apenas adiada. Espero, sinceramente, que ela não chegue em forma de tsunami”, afirma Lustosa. “Hoje, na Ortoclin, todo mundo sabe o que fazer, todos têm seus indicadores e metas e há reuniões de controle; todo mundo é monitorado e temos um projeto de meritocracia, implantado em 2014, a chamada 'participação nos lucros’. Então, atualmente, três vezes por ano, distribuímos parte dos resultados com os funcionários que alcançaram altos índices de desempenho”, empolga-se. “Isso aqui não é trabalho de uma pessoa só. Temos os líderes, mas é um trabalho de uma equipe e de todo o corpo técnico. Também temos um plano de cargos e salários. Sempre estamos avaliando os funcionários”, atesta.




26/04/2015


 
 
 
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