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DEBATES SOBRE OS REAJUSTES DOS PLANOS

Os reajustes dos planos de saúde têm sido muito superiores à inflação nos últimos anos. Mesmo com a queda expressiva do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ostenta variação anual inferior a 3%, as mensalidades dos planos individuais sobem mais de 13% a cada ano, desde 2015. Representantes das operadoras alegam que os altos índices de correção das mensalidades são decorrência da inflação dos serviços médicos, que têm sido muito mais elevada que a medida pelos indicadores oficiais.

Em 2017, por exemplo, o IPCA teve variação de 2,95%. Já a inflação médica foi de 17,91%, número seis vezes maior. Em consequência dos altos reajustes dos planos, um número crescente de consumidores vem desistindo de manter os convênios, que se tornaram excessivamente caros para os padrões brasileiros. De 2014 até fevereiro deste ano, cerca de 3 milhões de pessoas ficaram sem a cobertura dos planos, de acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), órgão responsável pela regulamentação e fiscalização das operadoras. O problema só não é maior porque, de todos os beneficiários do sistema, 67% são vinculados a planos empresariais.

Luciana Silveira, diretora executiva da Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), e ex-diretora da ANS, argumenta que os índices de reajuste dos planos de saúde não podem ser comparados com os índices gerais de preços. “Os “índices de inflação medem a variação de preços dos insumos de diversos setores. O índice de reajuste dos planos de saúde não é um índice de preços. Ele é composto pela variação da frequência de utilização de serviços (consultas, exames e internação), da incorporação de novas tecnologias e dos custos em saúde, o que o caracteriza como um índice de valor”, defende.

Ela concorda, porém, que as regras hoje aplicadas aos planos precisam mudar. “O modelo atual já se mostrou insustentável. Se um dos componentes dos custos é a frequência na utilização dos planos, há que se pensar, então, em ações para o uso racional e a redução do desperdício. Do mesmo modo, não se pode deixar de observar o fenômeno da longevidade, já que o aumento da expectativa de vida da população pressupõe maiores gastos com saúde”, afirma.




01/04/2018


 
 
 
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